terça-feira, 30 de junho de 2015

O ASSALTO À MERENDA ! ! !

***** UBERLÂNDIA *****

A cidade de Uberlândia, em Minas Gerais, tem compra de coxas de frango de mais de R$ 1 milhão sob suspeita. Superfaturamento ? Assistam ao vídeo abaixo e relembrem um caso muito semelhante ocorrido aqui em Jundiaí denunciado pelo Ministério Público.



***** JUNDIAÍ *****

Há algum tempo denunciamos aqui neste blog o rumoroso episódio das coxinhas da asa de frango. Apenas relembrando que a prefeitura de Jundiaí comprou para a merenda escolar vários produtos, entre eles a famosa coxinha da asa de frango, pelo que pagou R$ 21,90 o quilo enquanto o preço de mercado era R$ 9,10 o quilo.

Depois de ser acionado, o Ministério Público do Estado de São Paulo instaurou um inquérito civil para analisar o caso. Concluídas as suas averiguações de praxe a Promotoria de Justiça de Jundiaí confirmou a questão do superfaturamento do contrato em análise o que fez com que fosse protocolada no Fórum de Jundiaí uma Ação Civil Pública por Improbidade Administrativa com o objetivo de solucionar a questão.

Apenas recordando que este processo escandaloso sobre a merenda escolar já está há 1 ano e 4 meses no gabinete do meritíssimo juiz de direito da Vara da Fazenda Pública de Jundiaí aguardando sentença.

sábado, 27 de junho de 2015

POBRE PAULISTA ! ! !

Na semana que passou o Vice-Presidente do Paulista F.C., empresário Luiz Roberto Raymundo (Pitico), veio a público dizer sem cerimônias que se a cidade não ajudar, o clube vai fechar as suas portas.

Nós vivemos em uma cidade surrealista. As coisas que acontecem por aqui não ocorrem em nenhum outro lugar. É incrível. Agora o diretor do Galo está querendo jogar nas costas da cidade a responsabilidade da falência do Paulista, não ficando nem vermelho com a afirmação.

É preciso que parem de enganar a cidade e digam a verdade. Mas nós sabemos que a verdade será sempre a última a aparecer. Já que é assim, vamos retratar a realidade aqui neste blog.

Este grupo que se intitula "Novo Paulista", de novo não tem nada.

O diretor do clube, Pitico, fez parte durante anos a fio da diretoria encabeçada pelo ex-presidente Eduardo dos Santos Palhares. Outro membro deste grupo, o meritíssimo desembargador Dr. Cláudio Antonio Soares Levada, foi presidente do Conselho Deliberativo do clube durante várias gestões do mesmo Palhares.

Não adianta eles tentarem tirar de suas costas a responsabilidade por uma possível falência do clube e atirá-la sobre os ombros da cidade. Essa não vai colar.

O mesmo Pitico disse que a dívida do Paulista já chega aos R$ 30 milhões. Chega de silêncio. Algumas perguntas importantes precisam ser respondidas por todos eles. Por exemplo:

Qual é a origem desta enorme dívida ? Onde foi parar o dinheiro que a Parmalat deixou quando saiu do clube ? Onde foram parar os muitos milhões de reais referentes às negociações dos inúmeros jogadores deixados pela Parmalat para o clube ? O que aconteceu com aquela empresa Paulista Participações Ltda. que tinha dois sócios, um deles sendo o então presidente do clube, Eduardo dos Santos Palhares ?

O diretor Pitico tem a obrigação de dar explicações. O meritíssimo desembargador e ex-presidente do Conselho Deliberativo também tem o dever de vir a público prestar contas da situação grave em que o Paulista se encontra.

O que ninguém jamais aceitará é que as responsabilidades sejam transferidas de ombros. Na hora de fazer pose para as fotos eles são muito solícitos. Na hora de assumirem as suas culpas que façam o mesmo diante de toda a cidade.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

RACIONAMENTO À VISTA ! ! !

*** O LEITO DO RIO ATIBAIA ESTÁ EM SITUAÇÃO PREOCUPANTE ***

A ANA - Agência Nacional de Águas determinou que a partir do mês de setembro de 2015 a captação de água do Rio Atibaia pelos municípios que fazem parte das bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí seja reduzida em 30% pela situação preocupante deste leito de água.

Entenda a situação.

O Rio Atibaia, além de abastecer outros municípios do interior de São Paulo, faz parte do Sistema Cantareira que vive o seu colapso devido à negligência do governo do Estado de São Paulo nos últimos 20 anos.

A cidade de Jundiaí consome 1.400 litros de água por segundo sendo que, destes, 1.200 litros por segundo são captados do Rio Atibaia. Com estes números podemos perceber claramente o tamanho desta tragédia que se aproxima de nossa cidade.

Os prefeitos que se sucedem por aqui não fizeram o dever de casa, ou seja, não colocaram um tijolo sequer em novas obras de captação e armazenamento de água na cidade, o que vem sendo denunciado insistentemente por este blog. O resultado é o iminente racionamento de água no município uma vez que apenas o Rio Jundiaí-Mirim não é suficiente, nem de longe, para abastecer a população local. Se não pudermos mais captar água do Rio Atibaia a capacidade de nossa represa será suficiente para, no máximo, 90 dias de consumo.

Apenas lembrando que enquanto esta tragédia se aproxima, o ex-prefeito Miguel Haddad, que dizia termos água suficiente para longos 50 anos, e o atual, Pedro Bigardi, gastaram, em seis anos, a mísera quantia de R$ 51 milhões em propaganda da prefeitura, dinheiro este que seria mais do que suficiente para o aumento da capacidade de armazenamento de nossa represa. Mas os dois títeres preferiram usar este caminhão de dinheiro para a projeção de suas imagens políticas pessoais visando apenas o seu interminável carreirismo político.

Pois é. O que é que nós vamos dizer lá em casa, hein ?

segunda-feira, 22 de junho de 2015

LIGAÇÕES PERIGOSAS ! ! !

Na reportagem abaixo o SBT mostra uma investigação do Ministério Público Militar sobre contratos entre o Exército Brasileiro e uma empresa de fachada que teriam destinado milhões de reais para os bolsos de alguns militares. Assistam ao vídeo com muita atenção:



SÓ PARA REFRESCARMOS A NOSSA MEMÓRIA:

Em matéria de página inteira no jornal O Estado de São Paulo cuja edição data de 4 de junho de 2000, foi divulgada uma transação envolvendo a Fundação Habitacional do Exército e a empreiteira R.E. Construções e Empreendimentos Ltda. que possibilitou a obra de um condomínio residencial para os generais no coração do Ibirapuera em São Paulo e garantiu um ótimo negócio para o destemido empresário Riad Haddad, irmão do ex-prefeito Miguel Haddad.

As bases do negócio foram ajustadas por meio de dois contratos.

O primeiro, denominado "contrato de obra sob regime de empreitada global", foi celebrado em 22 de dezembro de 1998. O segundo, "alienação por permuta", foi firmado em 17 de fevereiro de 2000 no escritório da Gerência Regional de Patrimônio da União em São Paulo.

Em troca da construção do prédio para os generais, o empresário e irmão do ex-prefeito tucano ficou com uma área de 11.800 m2 no centro da cidade de Jundiaí onde funcionou durante muitas décadas a sede da 2ª Cia. de Comunicações do Exército Brasileiro.

Um detalhe que despertou a atenção do Ministério Público na época foi que a R.E. Construções e Empreendimentos Ltda. foi constituída em 16 de dezembro de 1998, apenas 6 dias antes da assinatura do contrato com a Fundação Habitacional do Exército.

Nesse mesmo ano, o então prefeito Miguel Haddad lançou um projeto de revitalização do centro, um negócio de R$ 1,27 milhão, realizado pela FBS Construção Civil e Pavimentação Ltda., que valorizou todos os imóveis da região central inclusive este, agora de propriedade do irmão do mesmo ex-prefeito Miguel Haddad.

quinta-feira, 18 de junho de 2015